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Atenta ao bom momento do setor moveleiro, uma fabricante
de sofás da região do ABC paulista investe em design moderno
na produção das peças. O faturamento deve aumentar em 10%
este ano. Na empresa de Karen Hirsch, em São Caetano do Sul,
os sofás estão cada vez mais modernos e de cores marcantes,
com tecidos diferenciados: camurça importada, veludo e até
ecológico. A empresária está no mercado há 30 anos. “Hoje,
a produção de sofá é muito artesanal e ela continua sendo,
como sempre foi. É óbvio, a gente, adaptou algumas máquinas
de costura mais modernas, com pontos mais modernos”, diz Karen.
A empresa tem cerca de 20 modelos de sofás, e toda a produção
é feita por 12 funcionários. As peças são fabricadas com a
mesma estrutura de um sofá comum encontrado no mercado. Madeira,
espuma e tecido para revestimento. A diferença está no design.
Aqui na empresa, cada modelo é desenvolvido a partir de projetos
exclusivos, feitos sob medida para o consumidor. |
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 Gerente
de uma loja de artigos populares na rua Barão de Itapetininga,
no coração do centro de São Paulo, Socorro
da Silva Vieira desistiu de exigir qualquer qualificação
profissional de potenciais candidatos para as constantes vagas
que tenta preencher. Até há alguns meses, ela
ainda pedia um mínimo de experiência, nem que
fosse uma passagem rápida por algum comércio
ou mesmo a simples conclusão do segundo grau.
Agora, basta saber ler e escrever, ser maior
de 18 anos e “ter disposição para pegar
no pesado” para conquistar um emprego com carteira assinada
na A Econômica, a loja na qual Socorro já trabalha
há quase uma década e meia. Mas, mesmo assim,
uma folha já meio amarelada de papel sulfite repousa
há dois meses em uma das vitrines com a seguinte frase;
Procura-se Fiscal de Loja. “Não sei o que acontece,
ninguém mais quer trabalhar”, diz ela, sem saber
ao certo como resolver um problema que não conhecia
até pouco tempo atrás.
As concessões feitas por Socorro em
busca de trabalhadores para funções simples
como a de um fiscal de loja, em que a qualificação
profissional está longe de ser um imperativo, têm
se repetido com frequência em praticamente todos os
centros de comércio popular da cidade de São
Paulo. Na rua Barão de Itapetininga, onde Socorro trabalha,
os anúncios buscando trabalhadores para toda sorte
de empregos deixaram de ser uma exclusividade dos típicos
homens sanduíche; migraram para os postes, antes o
lar cativo de panfletos de pais de santo e de empresas de
empréstimo consignado. O mesmo acontece na rua Tedodoro
Sampaio, no bairro de Pinheiros, ou nas centenas de lojas
do Brás. É difícil encontrar uma loja
nessas regiões que não esteja em busca de algum
funcionário. |
Os figurinos usados em alguns dos filmes
mais famosos de Hollywood estão em exibição no Grauman’s Chinese
Theater, em Los Angeles. O vestido de Marilyn Monroe em ´Os
Homens Preferem as Loiras` e o clássico xadrez de Judy Garland
em ´O Mágico de Oz` são algumas das atrações da mostra. Palavras-chave:
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