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Aqui se encontram as novidades mais recentes da internet. Atualizado em 12/10/2011 18:07 H
Reveja o clipe 'Eu Sou Rica'.
Fonte: G1
PME
Sofás com design diferenciado ganham espaço no mercado.

Fonte:G1

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G1

Atenta ao bom momento do setor moveleiro, uma fabricante de sofás da região do ABC paulista investe em design moderno na produção das peças. O faturamento deve aumentar em 10% este ano. Na empresa de Karen Hirsch, em São Caetano do Sul, os sofás estão cada vez mais modernos e de cores marcantes, com tecidos diferenciados: camurça importada, veludo e até ecológico. A empresária está no mercado há 30 anos. “Hoje, a produção de sofá é muito artesanal e ela continua sendo, como sempre foi. É óbvio, a gente, adaptou algumas máquinas de costura mais modernas, com pontos mais modernos”, diz Karen. A empresa tem cerca de 20 modelos de sofás, e toda a produção é feita por 12 funcionários. As peças são fabricadas com a mesma estrutura de um sofá comum encontrado no mercado. Madeira, espuma e tecido para revestimento. A diferença está no design. Aqui na empresa, cada modelo é desenvolvido a partir de projetos exclusivos, feitos sob medida para o consumidor.
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Nem trabalhador sem qualificação quer comércio popular de São Paulo
Fonte:IG Notícias
Figurinos de Hollywood ganham exposição em Los Angeles
Fonte:IG Notícias
Nem trabalhador sem qualificação quer comércio popular de São Paulo Gerente de uma loja de artigos populares na rua Barão de Itapetininga, no coração do centro de São Paulo, Socorro da Silva Vieira desistiu de exigir qualquer qualificação profissional de potenciais candidatos para as constantes vagas que tenta preencher. Até há alguns meses, ela ainda pedia um mínimo de experiência, nem que fosse uma passagem rápida por algum comércio ou mesmo a simples conclusão do segundo grau.

Agora, basta saber ler e escrever, ser maior de 18 anos e “ter disposição para pegar no pesado” para conquistar um emprego com carteira assinada na A Econômica, a loja na qual Socorro já trabalha há quase uma década e meia. Mas, mesmo assim, uma folha já meio amarelada de papel sulfite repousa há dois meses em uma das vitrines com a seguinte frase; Procura-se Fiscal de Loja. “Não sei o que acontece, ninguém mais quer trabalhar”, diz ela, sem saber ao certo como resolver um problema que não conhecia até pouco tempo atrás.

As concessões feitas por Socorro em busca de trabalhadores para funções simples como a de um fiscal de loja, em que a qualificação profissional está longe de ser um imperativo, têm se repetido com frequência em praticamente todos os centros de comércio popular da cidade de São Paulo. Na rua Barão de Itapetininga, onde Socorro trabalha, os anúncios buscando trabalhadores para toda sorte de empregos deixaram de ser uma exclusividade dos típicos homens sanduíche; migraram para os postes, antes o lar cativo de panfletos de pais de santo e de empresas de empréstimo consignado. O mesmo acontece na rua Tedodoro Sampaio, no bairro de Pinheiros, ou nas centenas de lojas do Brás. É difícil encontrar uma loja nessas regiões que não esteja em busca de algum funcionário.


Os figurinos usados em alguns dos filmes mais famosos de Hollywood estão em exibição no Grauman’s Chinese Theater, em Los Angeles. O vestido de Marilyn Monroe em ´Os Homens Preferem as Loiras` e o clássico xadrez de Judy Garland em ´O Mágico de Oz` são algumas das atrações da mostra. Palavras-chave: vestido , mostra , figurino , Los Angeles , atrações , exposição , atração , Marilyn Monroe , Hollywood , figurinos , vestidos
Recrutado por bancos, exército do crédito toma favelas
Fonte:IG Notícias
Como evitar fraudes no comércio
Fonte:IG Notícias  

Foto: André Durão
Bruno Fraga Ferreira orienta agentes de microcrédito

Há pouco mais de três meses, 20 jovens com idade entre 18 e 22 anos circulam pelas ruas do Complexo do Alemão, zona norte do Rio, oferecendo crédito aos empreendedores da comunidade. Hoje pacificado e com soldados do Exército pelas ruas, o conjunto de favelas era um dos mais violentos da cidade e completamente dominado pelo tráfico até dezembro de 2010.

A região foi pioneira em um projeto da Caixa Econômica Federal para transformar jovens aprendizes em agentes de microcrédito. Moradores das próprias comunidades onde atuam, os Diariamente, desde setembro do ano passado, eles saem pelas ruas do complexo, conversam com pequenos empreendedores e oferecem a possibilidade de um empréstimo de até R$ 15 mil com juros atrativos de 0,64% ao mês. Os empréstimos podem variar de R$ 300 a R$ 15 mil, e podem ser pagos em 4 a 24 parcelas mensais. Os juros são de 0,64% ao mês, mais Taxa de Abertura de Crédito de 1% do valor do empréstimo. O Itaú Unibanco também tem agentes de microcrédito em comunidades como Rocinha e Complexo do Alemão.

Os empréstimos podem variar de R$ 400 a R$ 14 mil, pagos em 4 a 18 parcelas. A taxa de juros varia de acordo com o valor e outras condições, e é de no máximo 4% ao mês. A equipe da Caixa no Alemão é comandada pelo supervisor Bruno Fraga Ferreira, que orienta o trabalho dos jovens – a maioria, mulheres. Ele explica que os candidatos ao crédito não precisam ser empreendedores formais. “Por isso é importante a presença de jovens da própria comunidade, eles conhecem os empreendedores”, afirma Ferreira.

O crédito deve ser destinado ao empreendimento, e não a gastos pessoais. Desde que o projeto começou, em setembro, já foram fechados 117 contratos, que somam R$ 455 mil, somente no Complexo do Alemão, segundo levantamento de Ferreira na agência da Caixa no Complexo do Alemão. Conheça: Funileiro, cabeleireira e jardineiro saem da informalidade Esses empréstimos foram vendidos por jovens como Michelle Barros da Costa, de 21 anos.

Para ela, uma das vantagens do emprego é trabalhar perto de casa. Nestes primeiros meses de trabalho, ela até já foi sondada pela concorrência. “Fui convidada para trabalhar no Santander daqui do Alemão, mas não aceitei porque queria ter mais experiência na Caixa”, afirma. Ela se orgulha de ter feito um empréstimo a um cliente que trabalhava em uma pizzaria e queria abrir o negócio próprio. “Ele já tinha comprado uma refresqueira e um forno, mas precisava de mais um forno e fazer uma reforma no imóvel. Com o crédito ele conseguiu, e hoje já tem outras pessoas trabalhando para ele”, diz.

Entre as funções dos agentes está acompanhar mensalmente os clientes que tomaram empréstimos. Foi assim que Fernanda Caroline dos Santos, de 19 anos, viu a mercearia de uma empreendedora passar por uma reforma e ser dividida, para abrir espaço a um ateliê de costura. “Ela tinha a mercearia, que ainda estava no tijolo e precisava de uma pintura, mas também era costureira. Com o crédito, ela abriu um ateliê de costura e aumentou sua renda”, diz a jovem. Para ela, que é tímida, trabalhar perto de casa ajuda a quebrar o gelo porque a deixa mais à vontade ao oferecer crédito para pessoas conhecidas.

“Ganho mais segurança para oferecer crédito a outros empreendedores”, diz. Fernanda afirma que a parte mais difícil do trabalho é “convencer as pessoas de que empréstimo não é um bicho de sete cabeças”. Para superar essa dificuldade, a agente diz que a solução é mostrar simulações. “Dá para mostrar para eles que é possível pagar o empréstimo e que, em vez de problema, ele pode ser uma ajuda”, afirma a jovem. A capacitação para fazer simulações e cálculos do valor do crédito a ser concedido foi a principal dificuldade enfrentada por Alexandra Queiroz de Lima, de 22 anos, ao entrar no programa. “No começo foi muito difícil, mas agora eu faço até de cabeça”, orgulha-se. Saiba mais: BC destina 2% dos depósitos à vista para microcrédito.

Ao começar no programa, ela já tinha trabalhado em supermercados e escritórios e gostava mesmo de trabalhos internos. “Eu não gostava de ficar na rua, mas estava precisando do salário e aceitei o emprego”, diz. Hoje, bater de porta em porta é a parte do trabalho de que Alexandra mais gosta. “Eu gosto de conhecer gente nova e ir a lugares diferentes”, afirma. Veja ainda: Microempreendedor pagará 50% menos para Previdência Alexandra diz que, em suas andanças pela comunidade, nota que quase todos os comerciantes do complexo precisam de algum tipo de crédito, seja para compor estoque ou para fazer uma reforma em seu estabelecimento. Para o futuro, ela planeja cursar psicologia – mas não pretende mudar de empregador. “A Caixa também tem psicólogos”, diz. Foto: André Durão Ampliar Alexandra acredita que muitos comerciantes do Complexo do Alemão precisam de microcrédito Permanecer no banco estatal também está nos planos de Ingrid Bezerra de Brito Camargo, de 19 anos, que viu no projeto da Caixa sua primeira oportunidade de emprego: quando o contrato para ser agente de microcrédito terminar, ela pretende prestar concurso para trabalhar na instituição. Trabalhar em banco não passava pela sua cabeça antes dessa oportunidade, mas Ingrid se encontrou no trabalho.

“Eu tenho motivação, gosto de conversar, de conhecer gente nova e de ajudar as pessoas”, diz. Para ela, a maior dificuldade no seu trabalho é explicar a um empreendedor que nem sempre pegar um empréstimo de valor mais alto é a melhor escolha. “Eu explico que um valor menor pode ajudar mais, porque ele vai poder pagar o empréstimo e depois até fazer outro”, diz. Segundo ela, com o tempo, está mais fácil fazer novos contratos. “Hoje o microcrédito é mais conhecido na comunidade, e muitas vezes os comerciantes é que nos procuram”, diz. Depois de instalado no Complexo do Alemão, o projeto já foi levado também a Campo Grande e ao bairro do Fonseca, em Niterói. A Caixa também deslocou seis jovens para darem início ao projeto na Rocinha e já abriu seleção para que mais 20 jovens moradores da comunidade sejam contratados para trabalharem na região.

Incluindo os jovens da Rocinha, a Caixa prevê a contratação de 100 agentes para trabalhar em outras localidades, como Ilha do Governador, Santa Cruz, Bangu e região da Tijuca, além dos municípios de São Gonçalo, Duque de Caxias e Nova Iguaçu. Os jovens são contratados em parceria com o Centro Salesiano do Menor (Cesam), no qual fazem uma parte de seu treinamento.
Serasa Experian dá dicas para que consumidores e comerciantes combatam a ação de golpistas e sugere que atenção seja redobrada em períodos de férias e feriados

Apenas no primeiro semestre de 2011 ocorreram mais de 1 milhão de tentativas de fraudes financeiras no Brasil. Os dias de muito movimento no varejo, como em feriados e períodos de férias, costumam ter mais ocorrências do que em outras datas, segundo especialistas. Para se proteger neste 25 de janeiro, feriado em São Paulo, e outros tantos feriados do ano, consumidores e comerciantes devem ficar muito atentos.

“Hoje, munido apenas de nome, CPF e endereço, é possível fazer compras on-line e até mesmo conseguir empréstimos pessoais com muita agilidade. Prato cheio para os criminosos,” diz Bruno Rivelles, gerente de contas corporativas da ZipCode, empresa provedora de informações para marketing, crédito, cobrança e antifraude.

O crescimento das tentativas de fraudes no comércio brasileiro no primeiro semestre de 2011 foi de 8,6% em relação ao mesmo período de 2010, segundo Rivelles.

Já os prejuízos decorrentes dos golpes contabilizados no meio eletrônico somaram R$ 685 milhões no primeiro semestre, número 36% maior que o observado no mesmo período do ano passado.

“Tanto para o comerciante quanto para o consumidor, todo o cuidado é pouco. Em alguns casos, os criminosos chegam a abrir uma conta corrente com o CPF alheio para solicitar cartões de crédito e empréstimos,” diz Rivelles.

Para não ficarem vulneráveis a golpes, os consumidores devem observar bem os seus documentos quando estiverem em locais de compras.

Em caso de perda ou roubo, procurar a polícia e registrar um Boletim de Ocorrência (BO) o quanto antes, dizem especialistas da Serasa Experian.

Além disso, é bom informar a Serasa Experian - que possui um serviço gratuito de cadastramento de informações sobre documentos e cheques roubados, extraviados, cancelados ou sustados.- sobre o ocorrido, para que seus documentos sejam bloqueados, o que reduz o risco de ter seus dados usados por fraudadores.

Segundo a Serasa Experian, as informações ficam disponíveis para os todos os comerciantes que consultam sua base de dados em todo o Brasil. Assim, os vendedores e caixas podem evitar a ação de golpistas. O registro da perda e dos roubos pode ser feito pela internet no site da empresa.

Comerciantes

Os comerciantes também devem procurar prevenir as fraudes, como o roubo de identidade do consumidor, quando a pessoa que está fazendo a compra se passa por titular do documento apresentado.

“Se o comerciante conseguir identificar que aquele documento não é da mesma pessoa que se apresenta na loja, ou que os dados informados são inconsistentes, as chances de ele evitar prejuízos aumentam consideravelmente”, diz Celso Rodrigues, gerente de soluções antifraudes da Serasa Experian.

Rodrigues dá as seguintes dicas para que o comerciante evite golpes:

1) Peça sempre dois documentos originais
2) Verifique se as informações fornecidas pelo cliente são verdadeiras
3) Confirme a relação de endereço e telefone
4) Analise atenciosamente se o comprovante de residência bate com o nome apresentado nos documentos

Se o comerciante não se sentir seguro com a venda mesmo após os passos acima, Rodrigues sugere que ele peça que uma parte ou todo o pagamento seja feito à vista.
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